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Mídias sociais: ferramentas conscientizadoras ou narcotizantes?

Nos últimos anos ficou evidente o enorme crescimento das mídias sociais, e junto com ele colocou-se em questão qual seria o suposto potencial que essas novas mídias têm para contribuir socialmente de alguma maneira.

De fato, as mídias sociais como o Facebook, o Orkut e Twitter são ferramentas interativas que têm o intuito de aumentar a participação dos internautas na rede. O que antes era pregado pela Teoria Hipodérmica, hoje já caiu por terra. O usuário não tem o papel de simples receptor passivo de informação. Mais do que receber e absorver, o internauta hoje influencia de maneira direta naquilo que é publicado via web. Com o auxílio das redes sociais, o internauta ainda tem a capacidade de disseminar os conteúdos que recebe a uma velocidade e eficiência espetaculares. Quanto maior o número de laços sociais, maior a repercussão e consequentemente há um aumento do fluxo de informações. Essa é a estratégia das mídias sociais.

Que fique claro que as tecnologias digitais têm um propósito louvável, dependendo da maneira como são aplicadas. As mídias sociais têm um grande poder de persuasão, conscientização e divulgação? Sim… Mas pensar nas mídias sociais apenas em seus aspectos positivos é ver a web 2.0 com um olhar de inocência.

Pare para pensar no seguinte… Quantas vezes você já não assistiu ao telejornal da noite, viu-se bombardeado de informações e pensou: “Pronto. Agora já sei o que está acontecendo. Estou politizado, e então já posso ir pro bar beber umas cervejas com os amigos”. Não é verdade?

Pois é… Isso é o que expõe a Teoria da Disfunção Narcotizante. O que isso quer dizer? Que os indivíduos estão expostos o tempo todo a um número infinito de informações disseminadas por diversos veículos de comunicação. Assim, o sujeito sente-se muito bem politizado, a par de tudo o que está acontecendo ao redor do mundo, e, portanto, sente-se satisfeito por fazer sua parte. OK. Mas esse mesmo sujeito, além de obter informação, está tomando alguma atitude prática, cumpre seu papel social, ou fica em estado “vegetativo”? A Teoria diz que de fato, a sociedade continua em estado inerte diante dos problemas sociais.

E eu estendo a questão: o surgimento das mídias sociais está causando o mesmo efeito narcotizante na sociedade? Ou pior, estariam as mídias sociais virando as atuais protagonistas da Teoria da Disfunção Narcotizante? Qual é a porcentagem dos internautas que além de retwittarem mensagens de campanhas, “põe a mão massa” para ajudar de fato o que estas campanhas propõem?

Essa é uma dúvida que paira no ar… Por ora é preferível não se afirmar nada, mas fica aí a reflexão.

Helena S. Sylvestre


Microsoft compra o Skype, e agora?

Todo portal de notícias comentou ontem sobre a compra do Skype pela Microsoft e que foi uma das aquisições mais caras da história da empresa, US$8,5 bilhões! Li algumas notícias e em todas elas comentavam que a Microsoft comprou o Skype para utilizar sua tecnologia nos sistemas do X-Box 360, Kinect, Smartphones e claro, no sistema operacional Windows.

Porém, fiquei preocupada com os rumos do Skype. Utilizo bastante este programa por acha-lo simples, rápido, eficiente e limpo. Li em mais de duas notícias diferentes que o Skype não gera muito lucro, então a proposta do novo diretor responsável é investir em publicidade. Não sei se só eu fico irritada com banners de propaganda nos programas ou se todo mundo acha esta estratégia de marketing totalmente irritante.

Fiquei pensando que a Microsoft pode melhorar muito o Skype ou acabar com ele. Não que eu seja a pessoa mais entendida de tecnologia, mas a minha relação com os produtos da Microsoft não é uma das melhores: odeio o navegador Internet Explorer (é muito lerdo, não tem muitas funções e o que tem de positivo, copiou de outros navegadores), acho o MSN Messenger muito carregado em publicidade e inutilidades, o Hotmail poderia ter mais funcionalidades assim como Gmail tem, e nem sei se compensa falar do SkyDrive, já que ele não é nada prático como compartilhador de arquivos! É um negócio pesado e sempre que recebo arquivos por lá e tento abrir no Internet Explorer do computador da faculdade, dá uma super travada e tudo para de funcionar. Sem contar quando você tenta usar o Office Live, mesmo com um computador bom e a internet razoável, ele é muito lerdo. Não sei se é porque não abro mão do clássico Google, mas também não fui com a cara do Bing. Ele nem tem aquelas sugestões quando você começa a digitar no campo de busca!

Agora só nos resta torcer para que a Microsoft não deixe o Skype lerdo, carregado e cheio de publicidades irritantes.

Juliana Baptista

Juliana Baptista

Projeto Jogo Justo

Você já conhece o Projeto Jogo Justo? Foi idealizado por Moacyr Alves Júnior e busca diminuir a carga tributária nos jogos importados vendidos aqui no Brasil. A intenção é mostrar por meio de um relatório baseado em informações comerciais (de desenvolvedores e lojistas) o grande potencial do mercado brasileiro.

Estão tentando fazer aqui igual fizeram México, quando o mercado de jogos cresceu 8 vezes após a diminuição da carga tributária. O Projeto Jogo Justo tem a proposta de diminuir o preço dos games, dos aparelhos de videogame e de seus periféricos.

O projeto busca dar um empurrão no mercado nacional, já que visa a possibilidade de trazer mais produtoras para o Brasil e consequentemente gerar mais empregos no setor. Quando o comércio dos games depende apenas da importação, o preço fica razoavelmente alto, fazendo com que a pirataria ganhe cada vez mais força.

O Projeto Jogo Justo começou a ganhar forma no segundo semestre de 2010 e encontra em sua frente grandes desafios: mostrar todo o seu potencial para as instituições e empresas provadas. O plano tenta mostrar os benefícios de se diminuir a carga tributária dos jogos vendidos no Brasil, onde os games passariam de R$ 250,00 para R$ 99,00.

Para se informar mais acesse: www.jogojusto.com.br ou siga Moacyr Alves no twitter @jogojusto

 

Juliana Baptista