A Fúria Feminina!

Posts com tag “cinema

Jogos Vorazes e críticos

Final de semana com estréia importante no cinema. É o que a gente espera de vez em quando para bater aquela ansiedade. Eis que nessa sexta-feira, dia 23 de março, aconteceu a estréia mundial de Jogos Vorazes, entre críticas e elogios na web.

Fui ao cinema com a expectativa de ser um lançamento bastante comentado e aguardado, mas sem saber detalhes do enredo. Perguntando aqui e ali descobri que a história se passava em um reality show em que pessoas deveriam matar umas às outras até restar somente um vencedor… Sai do cinema com a sensação de ter visto um dos filmes que entrarão para a minha lista de favoritos de 2012.

As comparações que li e ouvi em relação às sagas Harry Potter e Amanhecer não fizeram sentido. Nem pior, nem melhor, Jogos Vorazes tem uma temática e uma abordagem diferente. E um público específico, apesar de essencialmente adolescente. Talvez nem todo espectador tenha reparado, mas o filme produz uma crítica voraz à sociedade do espetáculo e à falta de sensibilidade do ser humano na época em que vivemos e que promete ficar ainda mais evidente no futuro, tempo da narrativa.

Afinal, até onde nossa cultura pode nos levar?

A “high society” está preocupada com um figurino exuberante, uma aparência social impecável e sente a necessidade de lazer, de um entretenimento de massa. Para isso são criados os Jogos Vorazes, com a exibição e espetacularização da vida e morte de jovens pobres que se conformam com esse destino.

Alguns compararam Jogos Vorazes com Battle Royale, um livro/filme/mangá lançado no Japão em 1999. Fiquei sabendo da existência dessa obra só depois de ter assistido à versão hollywoodiana, então não senti influências (mesmo argumento utilizado pela escritora da saga). Mas há quem se recuse a assistir por se tratar de uma “cópia” da obra japonesa.

Sob a direção de Gary Ross, a atuação de Jennifer Lawrence no papel da protagonista Katniss Everdeen está aprovada com louvor. E, opinião à parte, Jogos Vorazes, primeiro filme originário da trilogia literária de Suzanne Collins, já arrecadou US$ 155 milhões somente nos Estados Unidos e a terceira maior estreia de todos os tempos.

Adivinhe quem são os dois primeiros colocados. Isso mesmo, em primeiro lugar está a estreia de Harry Potter e as Relíquias da Morte – Parte 2, último filme da saga com US$ 169 milhões em arrecadação e Batman – O Cavaleiro das Trevas, com arrecadação de US$ 158 milhões. Lembrando que essa foi somente a primeira estreia dessa trilogia.

Será que estamos ficando dependentes de sagas para acompanhar ou o trilogia realmente promete ser surpreendente? Eu, particularmente, acredito na segunda opção!

Helena Ometto

Helena Ometto


Os 25 anos de “Curtindo a Vida Adoidado” e uma possível sequência

O filme “Curtindo a Vida Adoidado” – “Ferris Bueller’s Day Off” – dirigido por John Hughes, o mesmo que dirigiu outras obras clássicas como “Clube dos Cinco” e “Mulher Nota 1000” – completou 25 anos em 11 de junho, e ao longo desses anos, continua sendo considerado um clássico absoluto, é também, um dos maiores ícones dos anos 80.

A interpretação de Mattew Broderick deu vida ao personagem mais emblemático dos filmes oitentistas: Ferris Bueller, o qual mantém um diálogo com a câmera, fala diretamente para ela, passando a impressão de uma conversa o com espectador. Esse diferencial destaca o filme de outros, pois faz com que o público se identifique com a história de Bueller.

Trecho inicial do filme com direito a abertura da Sessão da Tarde. Quem nunca passou a tarde na frente da televisão assistindo a esse clássico?

Há rumores sobre uma sequência do filme. Desde 2007, o desconhecido roteirista Rick Rapier vem trabalhando nesta possível continuação, e o texto para tal sequência já estaria pronto. No roteiro de Rapier, Ferris torna-se, juntamente com seu amigo Cameron Frye, um empresário bem sucedido devido ao seu programa de motivação pessoal baseado na ideologia de que “a vida passa muito rápido”. Só restam aos fãs aguardarem a confirmação da continuação do filme.

Porém ficam algumas questões: será que esta sequência faria o mesmo sucesso que fez o filme? E por que a indústria cinematográfica mantém essa insistência em dar continuidade a filmes que obtiveram grande sucesso em suas estreias? Como fã dessa obra clássica, creio que nenhuma sequência chegará aos pés de “Curtindo a vida adoidado”, pois este é um filme único e insuperável.

Resumidamente, o filme se desenrola da seguinte maneira: Ferris Bueller (Matthew Broderick) acorda certa manhã e em um dia maravilhoso de Sol, decide que não vai desperdiçá-lo ficando enfurnado na escola. Engana os pais dizendo que está doente e segue para um dia de diversão acompanhado de seu melhor amigo Cameron (Alan Ruck) e de sua namorada Sloane (Mia Sara), a bordo de uma Ferrari. Porém, duas pessoas não caem na conversa de Ferris: sua irmã Jeanie (Jennifer Grey), que não aceita o fato do irmão sempre se dar bem em suas armações, e o diretor da escola Ed Rooney (Jeffrey Jones), que simplesmente não vai com a cara de Bueller. Ambos farão de tudo para desmascará-lo. Ferris faz jus ao título do filme e curte a vida adoidado no centro de Chicago, visitando vários lugares, almoçando em restaurante chique e encerrando seu dia de folga com uma performance de  “Twist and Shout” dos Beatles em um desfile.

O sucesso de “Curtindo a Vida Adoidado” é tão grande que até mesmo influenciou a cena musical. A frase “Save Ferris” que aparece no filme serviu de inspiração para o nome da ótima banda de ska-reggae Save Ferris (1995-2002), formada na cidade de Orange County, Califórnia. A banda composta por Monique Powell (vocais), Bill Uechi (baixo), Eric Zamora (saxofone), Brian Mashburn (guitarra e vocais), T-Bone Willy (trombone) e José Castellanos (trompete), apresenta uma discografia pequena, limitando-se a três álbuns, “Introducing Save Ferris”, “It Means Everything” e “Modified”.  A canção “Come On Eileen” foi o hit de maior sucesso.

O filme é mais do que recomendado e deve sim ser visto em sua dublagem clássica, pois além de torná-lo ainda mais clássico, a dublagem já faz parte da memória dos fãs. Além da dublagem, outro ponto marcante do filme é a mensagem transmitida: ”A vida passa muito rápido, e se você não parar de vez em quando para aproveitá-la, ela acaba e você nem percebe”. Com isso, “Curtindo a Vida Adoidado” tornou-se um verdadeiro clássico incansável de ser visto.

Aproveite a vida.

E salve Ferris!

Juliana Santa Rosa

Juliana Santa Rosa

O adeus à diva Elisabeth Taylor

Elisabeth Taylor, a diva do cinema norte-americano, faleceu no dia 23 de março de 2011, aos 79 anos de idade. Liz, como era conhecido pelos íntimos e fãs nasceu em Londres no dia 27 de fevereiro de 1932 e era do signo de Peixes.

A carreira de Liz no cinema começou ainda na infância, quando, aos dez anos de idade, foi contratada pela Universal Pictures e teve sua estreia em Theres One Born Every Minute, mas seu primeiro papel de destaque foi na série Lassie. O auge de Liz foi na década de 50, coincidentemente (ou não) na década de ouro do cinema norte-americano.

Ao longo de sua carreira Liz fez cerca de 80 trabalhos entre o cinema e a televisão e foi eleita uma das mulheres mais bonitas de todos os tempos, tornando-se um ícone de beleza e de moda. Não há como não lembrar de seus traços femininos, a delicadeza, os olhos azul-violeta a as sobrancelhas bem marcadas que fizeram sua marca. A beleza de uma época se espelha em Elisabeth Taylor.

 

O primeiro casamento com Richard em 1964...

...e o segundo casamento em 1975.

Mas toda diva tem suas manias e curiosidades que valem à pena conhecer. Liz, por exemplo, era colecionadora compulsiva de jóias. Bom, ela podia se dar a esse luxo. Outra mania de Liz eram os casamentos, sim, casamentos. Liz teve nada mais, nada menos que oito casamentos e sete maridos, mas é claro que um deles foi o mais especial! Romântica que sou, posso dizer que esse tenha sido seu verdadeiro amor e os outros foram paixões passageiras e  até mesmo caprichosos de uma diva mimada. A dupla união com o ator Richard Burton foi a mais marcante, pela cumplicidade e até mesmo pelas polêmicas. Eles se casaram duas vezes. Aliás, Richard foi o par romântico de Liz em Cleopatra, o filme que a consagrou, e no longa Quem tem medo de Vírginia Woolf, mais uma superprodução de sua carreira. Seria coincidência?
Liz ganhou por duas vezes a estatueta do Oscar de melhor atriz. A primeira vez foi em 1960, por call-girl em Disque Butterfield e  a segunda estatueta veio em 1966 com Quem tem medo de Virginia Wolf? Mas se perguntarmos para os cinéfilos sobre qual a principal obra de Liz no cinema, a grande maioria se lembrará de Cleopatra, de 1963. É impossível não se recordar da maquiagem marcada, das roupas de Cleopatra, do enredo e da parceria romântica entre Liz e Richard. Por curiosidade, Cleopatra foi o filme mais caro da história do cinema por ter tido o orçamento final em  270 milhões de dólares e por ter pago o primeiro cachê milionário feminino da história do cinema: Liz recebeu o valor de 1 milhão de dólares pela atuação de protagonista.

Liz como Cleopatra em 1963

Mas a história de Elisabeth Taylor não foi marcada somente pelos boas atuações, beleza e fama. Ao longo de sua carreira, Liz foi hospitalizada várias vezes por causa do vício em drogas e álcool que acabaram com sua saúde e a fizeram engordar muito, principalmente nos últimos anos de sua vida. Mas, apesar de todos os seus problemas pessoais e até mesmo da depressão que enfrentou, ela se dedicou muito à causa da AIDS, principalmente na década de 80. Chegou até mesmo a ter uma fundação para ajudar e apoiar os aidéticos.

Liz foi a capa da última edição da Revista Veja:

Um de seus últimos atos públicos foi o comparecimento ao enterro do amigo Michael Jackson. Liz fez questão de saudar o amigo pela última vez, mas não apareceu para a imprensa. Teve uma passagem discreta pelo velório, falou com poucas pessoas e saiu sem falar com a imprensa. A última internação da atriz foi no dia 11 de fevereiro de 2011, em Los Angeles, por problemas cardíacos e 12 dias depois ela faleceu, aos 79 anos. A amizade com Michael era tão intensa que Liz foi enterrada no mesmo cemitério que Michael em um túmulo próximo. E assim será.

Elisabeth Taylor: diva eterna do cinema norte-americano

Escrever um post sobre Elisabeth Taylor é uma tarefa complicada pois há muito o que ser escrito em poucas palavras. Então, resolvi encerrá-lo com vídeos que mostram um pouco mais da vida e carreira desse ícone mundial.

Cleopatra, em 1963: a consagração de Liz

Quem tem medo de Virginia Woolf?, em 1966.

Uma homenagem à Liz e Richard (estou apaixonada por esse vídeo)

A amizade entre Michael e Liz

Uma homenagem final ao som de Smile, por Michael Jackson

 

Sem mais.

 

Helena Ometto

Helena Ometto

 


Bruna Surfistinha nas telonas

Ontem fui ao cinema com alguns amigos assistir Bruna Surfistinha. SIMM! BRUNA SURFISTINHA! Pessoas se perguntam: “porque raios fizeram um filme sobre a Bruna Surfistinha?” E claro, com certeza muita gente se nega a ver o filme por preconceito, hipocrisia ou por puro receio de se surpreender com a história de uma garota de classe média que decide virar prostituta “for fun” e por independência financeira.

O filme é baseado no livro “O doce veneno do escorpião”, escrito pela própria Raquel Pacheco (ops! Bruna Surfistinha!), no qual ela conta sobre o seu dia-a-dia como uma garota de programa da capital paulistana. Quem já leu o livro (não, eu não li, antes que alguém me pergunte) sabe que o conteúdo é realmente chocante, já que Surfistinha descreve cada detalhe de seus programas, sem pudor. Mas obviamente o filme teve que sofrer certas adaptações, já que, se fosse uma adaptação “ao pé da letra”, a classificação indicativa do filme seria 21 anos, e não 14. Além disse, seria classificado como filme pornô, e não drama. (¬¬’)

Deborah Secco foi a atriz cotada para encarnar a garota de programa mais famosa do Brasil. Eu particularmente achei que Deborah mandou muito bem no papel, dosando na medida certa as emoções e usou de “trejeitos” nos momentos adequados, sem parecer um personagem tipicamente estereotipado. A princípio confesso que fiquei com receio de ver um filme no qual a prostituição fosse vangloriada e colocada como a melhor das escolhas profissionais que alguém pode fazer. Mas aconteceu justamente o contrário. O filme não é nada moralista (os espectadores também não devem ser) e em nenhum momento a profissão é explicitamente taxada de incorreta, amoral ou vulgar. Só que, ao longo da trajetória da personagem, é possível perceber pelas entrelinhas da trama e das expressões da atriz, que Raquel Pacheco (Bruna Surfistinha é nome de guerra) não ficou nem um pouco arrependida da escolha que fez, mas que também não foi a melhor escolha que ela poderia ter feito.

De maneira geral achei o filme bem produzido, com um roteiro bem adaptado às telas de cinema e com atuações de bom tom e sem exageros. Gostei bastante também de um dos cartazes de propaganda do filme: “Vá com seu namorado, suas amigas ou sozinha. Só não vá com preconceitos”. E é isso. Se for assistir, vá com a mente aberta e esteja disposto a captar toda e qualquer mensagem que o filme se dispõe a transmitir. Provável que no mínimo, você saia da sala de cinema refletindo sobre sua vida, a vida de uma garota normal de classe média, e sobre as possibilidade de escolha que a vida nos oferece. Assista, não-moralista.

Helena Sylvestre

Helena Sylvestre

 


Melhores filmes dos anos 90

Já faz algum tempo que eu estava querendo fazer uma lista de  filmes, então postarei aqui no blog os melhores filmes de cada década. Aqui estão os filmes que você não pode deixar de assistir:

Os Bons Companheiros – Martin Scorsese – 1990

O filme narra a toda a trajetória de Henry e de seus companheiros Jimmy e Tommy no mundo da Máfia, e a ascensão e a queda dos personagens na hierarquia da organização.

O Poderoso Chefão Parte III – Francis Ford Coppola – 1990

A tentativa de Michael Corleone, já mais velho, de fazer sua família entrar para a legalidade e abandonar o violento mundo do qual fazem parte é refreada pela ambição dos mais jovens. Por outro lado, há um mafioso inescrupuloso a fim de tomar seus negócios.

O Silêncio dos Inocentes – Jonathan Demme – 1991

Uma inteligente trainee do FBI é enviada a um hospital para criminosos insanos a fim de contatar o doutor Hannibal “Canibal” Lecter. Sua missão é convencer o louco médico a ajudá-la a resolver o caso de um psicótico assassino em série.

Cães de Aluguel – Quentin Tarantino – 1992

Num assalto a uma joalheria, uma gangue com seis homens é surpreendida pela chegada da polícia, levantando a suspeita de que há um traidor entre eles.

A Lista de Schindler – Steven Spielberg – 1993

Ao comprar em 1939 uma fábrica na Polônia dominada pela Alemanha, Oskar Schindler usa da suas boas relações com altos funcionários nazistas, para recrutar trabalhadores judeus do gueto da Cracóvia e, subornando alguns oficiais, salvando-os dos campos de extermínio. Baseado no livro de Thomas Keneally.

Forrest Gump, o Contador de Histórias – Robert Zemeckis – 1994

Um rapaz com QI abaixo da média conta quarenta anos da história dos Estados Unidos, eventualmente participando ativamente de alguns destes momentos importantes, como da Guerra do Vietnã e do Watergate.

Pulp Ficton, Tempos de Violência – Quentin Tarantino – 1994

Três histórias interligadas que seguem as desventuras de dois assassinos baratos, da insinuante mulher do seu patrão e de um desesperado boxeador em fuga.

Seven – David Fincher – 1995

Dois detetives do departamento de homicídios perseguem assassinos em série que relaciona seus crimes aos sete pecados capitais. Mas o envolvimento desse caso em suas próprias vidas pode ser surpreendente.

Trainspotting, Sem Limites – Danny Boyle – 1996

Para escaparem da moderna vida tediosa e do dia-a-dia frustrante de sua cidade, um grupo de jovens resolve se entregar à heroína. As consequências chegam em pouco tempo, e a ruína para eles não será pequena.

A Vida É Bela – Roberto Benigni – 1997

A saga do livreiro italiano Guido Orefice e de como ele conseguiu, por meio da fantasia, transformar os horrores da rotina de um campo de concentração nazista em regras de uma gincana, pelo menos aos olhos do filho de seis anos, estão nesta comédia que fala do que foi o maior drama do século 20: o Holocausto.

A Outra História Americana – Tony Kaye – 1998

Ao sair da prisão, Derek encontra o irmão mais novo envolvido na mesma teia de racismo e intolerância que o levou para lá. A vida na prisão ajudou-o a enxergar além do rancor que guardava da morte de seu pai. Seu desafio será mostrar a mesma nova visão para seu irmão.

Tudo Sobre Minha Mãe – Pedro Almodóvar – 1999

No dia de seu aniversário, Esteban vai com sua mãe ao teatro. Após a peça, Esteban é atropelado e termina por falecer. Sua mãe resolve então ir de encontro ao pai, que vive em Barcelona, para dar-lhe a notícia, quando encontra no caminho o travesti Agrado, a freira Rosa e Huma Rojo

Clube da Luta – David Fincher – 1999

Jack é o modelo do homem bem-sucedido profissionalmente e com uma boa condição financeira, mas sua vida é vazia e sem sentido. Ele conhece Tyler e juntos criam uma espécie de terapia, o Clube da Luta, passatempo clandestino onde homens brigam violentamente e a auto-destruição é o meio utilizado para descontar todas as frustrações e atingir a liberdade.

Beleza Americana – Sam Mendes – 1999

Em meio à traição de sua esposa e os conflitos com sua filha adolescente, o frustrado chefe de família Lester Burman inicia uma mudança radical em sua vida.

Matrix – Andy Wachowski – 1999

Nesta ficção científica, homens ficariam sob o domínio das máquinas, a não ser que “o escolhido” liberte a raça humana, conforme a profecia.

Magnólia – Paul Thomas Anderson – 1999

O filme cruza o destino de nove pessoas diferentes, que vivem num mesmo vale da Califórnia, mas que não se conhecem.

O Sexto Sentido – M. Night Shyamalan – 1999

Psicólogo infantil recebe um prêmio e na mesma noite a visita inesperada de um paciente insatisfeito. Após o incidente, ele toma a tarefa de ajudar um menino com o mesmo problema do ex-paciente, que diz enxergar pessoas mortas.