A Fúria Feminina!

Cinemaldito

Jogos Vorazes e críticos

Final de semana com estréia importante no cinema. É o que a gente espera de vez em quando para bater aquela ansiedade. Eis que nessa sexta-feira, dia 23 de março, aconteceu a estréia mundial de Jogos Vorazes, entre críticas e elogios na web.

Fui ao cinema com a expectativa de ser um lançamento bastante comentado e aguardado, mas sem saber detalhes do enredo. Perguntando aqui e ali descobri que a história se passava em um reality show em que pessoas deveriam matar umas às outras até restar somente um vencedor… Sai do cinema com a sensação de ter visto um dos filmes que entrarão para a minha lista de favoritos de 2012.

As comparações que li e ouvi em relação às sagas Harry Potter e Amanhecer não fizeram sentido. Nem pior, nem melhor, Jogos Vorazes tem uma temática e uma abordagem diferente. E um público específico, apesar de essencialmente adolescente. Talvez nem todo espectador tenha reparado, mas o filme produz uma crítica voraz à sociedade do espetáculo e à falta de sensibilidade do ser humano na época em que vivemos e que promete ficar ainda mais evidente no futuro, tempo da narrativa.

Afinal, até onde nossa cultura pode nos levar?

A “high society” está preocupada com um figurino exuberante, uma aparência social impecável e sente a necessidade de lazer, de um entretenimento de massa. Para isso são criados os Jogos Vorazes, com a exibição e espetacularização da vida e morte de jovens pobres que se conformam com esse destino.

Alguns compararam Jogos Vorazes com Battle Royale, um livro/filme/mangá lançado no Japão em 1999. Fiquei sabendo da existência dessa obra só depois de ter assistido à versão hollywoodiana, então não senti influências (mesmo argumento utilizado pela escritora da saga). Mas há quem se recuse a assistir por se tratar de uma “cópia” da obra japonesa.

Sob a direção de Gary Ross, a atuação de Jennifer Lawrence no papel da protagonista Katniss Everdeen está aprovada com louvor. E, opinião à parte, Jogos Vorazes, primeiro filme originário da trilogia literária de Suzanne Collins, já arrecadou US$ 155 milhões somente nos Estados Unidos e a terceira maior estreia de todos os tempos.

Adivinhe quem são os dois primeiros colocados. Isso mesmo, em primeiro lugar está a estreia de Harry Potter e as Relíquias da Morte – Parte 2, último filme da saga com US$ 169 milhões em arrecadação e Batman – O Cavaleiro das Trevas, com arrecadação de US$ 158 milhões. Lembrando que essa foi somente a primeira estreia dessa trilogia.

Será que estamos ficando dependentes de sagas para acompanhar ou o trilogia realmente promete ser surpreendente? Eu, particularmente, acredito na segunda opção!

Helena Ometto

Helena Ometto


O retorno de Marilyn Monroe

Na semana passada foi divulgado o cartaz do filme My Week With Marilyn, que será lançado em novembro deste ano e se trata de uma documentação de Colin Clark, um assistente de produção do filme O Príncipe Encantado sobre Marilyn. O filme conta com Michele Williams interpretando a diva e pelo o que podemos ver, ela ficou realmente muito parecida com Marilyn. Nos resta aguardar o filme!

Marilyn Monroe, nasceu no ano de 1926, em Los Angeles, na verdade se chamava Norma Jeane Mortensen. A moça, que foi considerada um dos maiores símbolos sexuais dos anos 50, com apenas 16 anos, casou-se com Jimmy Dougherty, de 21. Mas a felicidade do jovem casal durou pouco. Descrita por Jimmy como uma menina doce, generosa e religiosa, Norma assinou seu primeiro contrato como atriz no ano de 1946, e foi a partir daí que a atriz começou a tingir seu cabelo de loiro e a adotar o nome artístico Marilyn Monroe.

No ano seguinte, Marilyn participou de três filmes. “Sua Alteza, a Secretária”,  “Torrentes de Ódio” e “Idade Perigosa”. Então, em 1949, sem qualquer dinheiro no bolso, a atriz americana concordou em posar nua para um calendário. Ela só não esperava que o sucesso fosse ser tão grande, a ponto de virar a capa da primeira revista Playboy, no ano de 1953. Mas todos eles de pouco sucesso. Depois disso, seu contrato foi cancelado.

A partir daí, o destaque nas telas do cinema foi inevitável. Em 1951, ganhou seu primeiro papel importante em “O Segredo das Viúvas”. Monroe casou-se mais duas vezes depois do primeiro divórcio. A segunda vez foi com o famoso ex-jogador de beisebol Joe Di Maggio. Mas os ciúmes de Joe não deixaram que o casamento durasse muito tempo.

E depois de outros títulos de sucesso, em 1959, Marilyn Monroe brilhou em “Quanto Mais Quente Melhor”, um filme que atraiu multidões ao cinema, e que foi considerado a melhor comédia de todos os tempos. Dois anos depois, em 1956, a atriz casou-se com o dramaturgo Arthur Miller. E foi no ano de 1961 que Miller criou a personagem Roslyn Taber, de “Os Desajustados” especialmente para a esposa. Mas este acabou sendo a última atuação da carreira da atriz.

A versão oficial dos fatos dizia que a atriz teria morrido de overdose. Mas existia uma suspeita muito forte de que Monroe teria sido assassinada pela máfia, que era inimiga do presidente.  A partir daí começaram a correr rumores de um suposto relacionamento entre Marilyn e o presidente americano John Kennedy. Os boatos de que eram amantes aumentaram quando a atriz cantou “Parabéns a você” para Kennedy de um jeito um tanto quanto especial.

Na manhã de 5 de agosto de 1962, Marilyn Monroe foi encontrada morta em seu quarto, ao lado de um vidro de barbitúricos.  A jovem talentosa, morta com seus poucos 36 anos, tornou-se desejada por sua beleza, inocência e sensualidade. Além disso, Marilyn caiu nas graças do público com seu imenso talento. A maior prova disso é o conjunto de 30 atuações em filmes, que a diva deixou como herança para o cinema mundial.

Helena Silvestre

Helena Sylvestre

Especial anos 80

Cynthia Ann Stephanie Lauper Thornton, mais conhecida como Cyndi Lauper nasceu no ano de 1953, e hoje, com 31 anos de carreira, a cantora nova iorquina já vendeu algo em torno de 70 milhões de cópias pelo mundo e 10 milhões de singles. Iniciou sua carreira no início dos anos 80, e foi nessa mesma década que a cantora atingiu o auge do sucesso.

Em 1983, ela se lançou com o álbum “She’s So Unusual” e conseguiu um enorme sucesso logo com o primeiro single “Girls Just Wanna Have Fun”, seguido pela faixa “Time After Time”, também de grande sucesso. Logo Cyndi Lauper gerou polêmica na mídia quando lançou “She Bop”. A faixa fala sobre masturbação feminina, e causa constrangimento até hoje.

Cyndi também passou a ser muito reconhecida pelos videoclipes muito bem feitos para a época. Enquanto isso, seu estilo nada convencional de se vestir influenciou muitos adolescentes da década. Em 1984, a cantora desbancou alguns ícones da época, como Madonna e Tina Turner. Motivo? Ela foi a primeira cantora do mundo a emplacar 5 hits nas paradas da Billboard. Mesmo depois de três décadas, Cyndi Lauper continua encantando os fãs com seu talento único e energia inesgotável.

Joan JettJoan Jett é o nome da mulher que marcou o rock nas décadas de 70 e 80. Jett começou a carreira musical na banda composta só por mulheres, o The Runaways. Esse foi um grande pontapé inicial, mas foi na década de 80 que a cantora chegou ao auge da carreira.

O segundo álbum solo de Joan Jett com a Blackhearts Band, entrou muito rapidamente na Billboard, graças a “I Love Rock and Roll”, a faixa que leva o mesmo nome do álbum. “I Love Rock and Roll” chegou a ficar na primeira posição do ranking e a música é considerada um clássico do rock até hoje.

Já nos anos 90, Joan Jett passou a se dedicar à sua gravadora particular. Em 2001, Joan anunciou que a banda sairia em turnê pelos EUA.Há pouco tempo, o nome de Joan e das outras integrantes do The Runaways voltaram a ganhar destaque na mídia depois do lançamento do filme bibliográfico da banda. A atriz Kristen Stewart foi quem interpretou Joan Jett nas telonas.

Gloria StefanGloria Maria Milagrosa Fajardo é o nome da garota cubana nascida em 1957, e que hoje tem 31 anos de carreira. Apaixonada pela música desde muito pequena, Gloria passava o dia tocando no violão, as músicas cubanas que o avô ensinava.

Mas com apenas 2 anos de idade, ela e a família foram obrigados a se mudar para os Estados Unidos por razões políticas. Gloria, casando-se mais tarde com Emilio Estefan, ganhou o sobrenome do marido e entrou na carreira musical norte-americana.

No ano de 1985, O single “Conga”, do grupo Miami Sound Machine, em que Gloria era vocalista, garantiu seu registro no “Guiness Book of Records” como o único compacto na história a estar, ao mesmo tempo, nas paradas Pop, Latina, Soul e Dance da revista Billboard.Foi na década de 80 que um dos maiores ícones femininos da música chegou ao auge da carreira.

Quem não se lembra da memorável apresentação que Gloria fez no encerramento das Olimpíadas de 96, cantando “Reach”? Gloria Estefan já vendeu mais de 100 milhões de discos pelo mundo, e está entre os cem artistas com maior número de vendagem de todos os tempos.

E por fim, não poderia faltar um ícone da música nacional: o Kid Abelha! A banda é composta por três membros, mas é a vocalista Paula Toller quem toma a frente do Kid Abelha.Com 21 anos de estrada, a banda gravou ao todo 15 álbuns. Os membros e cariocas, Paula Toller, George Israel e Bruno Fortunato conseguiram a proeza de colocar vários hits no topo das paradas brasileiras.

Paula TollerNo começo da década de 80, o Kid Abelha estreou nas rádios, e dois anos depois lançou seu primeiro álbum, intitulado Seu Espião, que trazia a faixa Pintura Íntima como um dos clássicos. Esse LP foi o responsável por dar à banda o primeiro disco de ouro da década. Desde então, o Kid Abelha lançou um sucesso atrás do outro, marcando geração após geração do público brasileiro. E hoje, o Kid Abelha já soma nove milhões de discos vendidos no Brasil.

Com público ainda muito fiel, pela terceira década consecutiva, Paula Toller, George Israel e Bruno Fortunato continuam produzindo hits marcantes na história do pop-rock nacional. E pelo jeito, ainda vem muito sucesso pela frente.

Iniciando a década de 80, temos um dos filmes que atrai fãs até hoje.

Carrie Fisher

O Império Contra Ataca é o segundo filme da trilogia Star Wars e mostra Luke Skywalker tentando encontrar mestre Yoda para lhe ensinar a dominar sua força e se transformar num cavaleiro Jedi.A princesa Leia, interpretada pro Carrie Ficher, membro da resistência é lembrada até hoje por sua beleza e cultuada no mundo geek.

Flashdance

Em 1983, a jovem bailarina Alexandra Owens, interpretada por Jennifer Beals, encantou e inspirou muitas pessoas em Flashdance. Alexandra trabalhava como operária durante o dia e à noite se entregava às pistas das discotecas, eternizando a música Maniac de Michael Sembello

Footloose

Já em 1984, Kevin Bacon no papel de Ren MacCormack, desafiava os costumes de uma pequena cidadezinha com sua paixão pela dança. E é claro, se apaixona por Lori Singer interpretada por Ariel Moore, que dá forças para enfrentar o durão revendo Shaw Moore.

Clube dos Cinco

No ano seguinte, 1985, cinco jovens infratores precisam passar um sábado no colégio por causa da detenção. Apesar de serem pessoas completamente diferentes, todos acabam se aceitando e fazendo diversas confissões. O Clube dos Cinco ganhou milhares de fãs na época e encantou o público com a delicadeza de Claire Sandish e a rebeldia e Allison Reynolds.

Curtindo a vida adoidado

Um dos maiores clássicos da década, curtindo a vida adoidado é um sucesso desde 1986. Matthew Broderick interpreta Ferris Bueller, um estudante que pretende matar um dia de aula e curtir a folga com seu melhor amigo e sua namorada, interpretada por Mia Sara.

Dirty Dancing

Em 1987 Jennifer Grey no papel da jovem Baby, viaja com os pais e por acaso acaba conhecendo o professor de dança Johnny Castle estrelado por Patrick Swayze. A jovem aprende a dançar, se apaixona pelo professor e precisa substituir sua parceira de palco. Sim, estamos falando de Dirty Dancing, o filme que inspirou diversos casais com a música Time of my life!


As aventuras de Tin Tin

Poster do Filme Tintin e o Segredo de Licorne
Poster do Filme Tintin e o Segredo do Licorne

Confesso que fiquei animada ao ver o pôster do filme do Tin Tin. Minha animação está apoiada em 3 principais fatores: primeiramente, como centenas de crianças dos anos 90, eu adorava assistir o desenho do Tin Tin! (que passava quando acabava o Doug) E também adimiro muito os trabalhos cinematográficos de Steven Spielberg e as produções do Peter Jackson.

Inicialmente pensei que o filme seria do tipo Garfield, que mistura animação com personagens reais, daí vi o trailer e percebi que na verdade o filme será estilo Beowulf, com atores reais transformados em animação 3D. O ator que interpretará o Tin Tin é o Jamie Bell (o protagonista de Jumper, aquele filme ridículo) que muitas pessoas podem achar que o conhecem de algum lugar, já que quando criança interpretou  Billy Elliot, porém não fez nenhum trabalho notável recentemente.

O Segredo do Licorne (ou unicórnio?) faz parte de uma trilogia que Spielberg pensava em adaptar para o cinema desde os anos 80, já que ele comprou os direitos da obra depois que Hergé (o criador) morreu em 1983. Os livros desta trilogia já estão disponíveis em livrarias brasileiras, mas provavelmente só venderão mais depois da estréia do filme nos cinemas daqui.

O desenho
O desenho Tintin que passava na Cultura

Spielberg está afastado das telas desde 2008 quando lançou Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal, então é uma boa hora para ressurgir das trevas hollywoodianas com uma bela produção! Já a música do filme foi feita por John Williams, que foi indicado apenas 40 vezes ao Oscar, coisa pouca! Ele já fez a trilha de Indiana Jones, Star Wars e Harry Potter.

Que o filme conta com um time forte e renomado de produção, é indiscutível. Só nos resta aguardar até novembro para assistir a adaptação para ter certeza que todo esse esforço valeu a pena!

Veja o trailer

Juliana Baptista

Juliana Baptista

Piratas do Caribe: Navegando em Águas Misteriosas

Yo ho, yo ho, a pirate’s life for me.

Se essa frase te faz pensar num Jack Sparrow e numa Elizabeth Swann trêbados cantado em volta de uma fogueira, você é pelo menos tão retardadamente viciado quanto eu esse post é pra você!

Também ficou com saudade do capitão mais insano do Caribe? Calma, não precisa sair correndo pra Americanas para comprar a trilogia por 50 reais (quer dizer, precisa, mas termine de ler o post primeiro), eu tenho um ÓTIMA notícia pra vocês: dia 20 de maio, em todo o mundo, será lançado o filme “Piratas do Caribe: Navegando em águas miteriosas” (“Pirates of the Caribbean: On stranger tides”, no original).

Ok, pelo final do filme “No fim do mundo”, dava pra imaginar que teria uma continuação. Mas existe um personagem no mínimo inusitado e muito, MUITO foda que vai aparecer pela primeira vez na saga: O lendário pirata, o fodão, aquele que separa os adultos das crianças, o Barba Negra. (todas fã comemora)

Já foi divulgada uma foto do personagem. Tremam nas bases:

A história começa com Jack encontrando uma mulher do seu passado, Angelica, que aparentemente está apaixonada por ele, mas na verdade ela é filha doBarba Negra, rapta o Jack e o leva para o navio do papai para ajudá-los a encontrar a fonte da juventude. O amor não é lindo?

Se o Johnny Depp como Jack Sparrow e o Geoffrey Rush como Barbossa não são motivos suficientes para você ir ao cinema, se você está triste com a saída de Orlando Bloom e da Keira Knightley, aqui está um bom motivo para você assistir ao filme: sabe quem vai fazer o papel de Angélica, filha do Barba Negra, mulher misteriosa do passado de Jack?

Sim gente, ela, a linda, a insuperável Penélope Cruz e olha que o diretor nem é o Almodóvar.

Penélope descreve sua personagem como sendo “muito mandona. É ela quem dá as ordens. Ela comanda homens e diz a eles o que fazer. Angelica é cheia de contradiçãoes. Ela é uma pirata de coração e pode ser traiçoeira e manipulativa, mas existe um outro lado nela que é justo e só quer fazer o bem”. Não sei vocês, mas pela descrição da Penélope, eu já achei a Angelica foda.

Então, se você já é viciado na série, tem um poster do primeiro filme e outro só do Jack Sparrow no quarto e decorou a maioria das falas, não perca essa estréia. Se você ainda não é, assista já os três primeiros filmes a também não perca a estréia! Savy?

Fernanda Villa



Crítica: Splice – A nova espécie

Cartaz de Splice

SE VOCÊ PRETENDE ASSISTIR A ESTE FILME, NÃO LEIA O TEXTO ABAIXO 🙂

Tenho poucas certezas na vida e duas delas são: que todos nós vamos morrer um dia e que em todo o filme de ficção científica, a criação X dos cientistas protagonistas, uma hora ou outra vai acabar matando todo o elenco! Talvez seja por isso que eu veja filmes de ficção científica com pouca freqüência, porque eles não me surpreendem… óbvio que não foi diferente com Splice. Não me lembro o porquê e nem como esse filme foi parar no meu computador, mas estava lá e eu assisti.

O filme começa nos apresentando uma história simples: um casal de cientistas que misturam genes para criar uma criatura bizarrézima com o intuito de encontrar a cura para todas as doenças e salvar o mundo. Daí você pensa “Nossa que novidade! Quase nem tem centenas de filmes que começam assim!”. Mas como ainda é o início do filme, damos uma chance para que ele nos surpreenda.

Casal de cientistas super espertos

Confesso que odeio pessoas que falam durante o filme, porém acabei perdendo a minha paciência com os personagens e quando apareceu a primeira criatura nojenta no laboratório, falei “Mata esse troço, certeza que essa joça vai matar todo mundo! Bando de cientista burro!” Mas é claro que eles não mataram criatura nenhuma (¬¬’). Então surge o ponto decisivo, quando os cientistas vão juntar células humanas com alguma coisa. Juntar células humanas com qualquer coisa é sinônimo que vai dar zica, certeza! Guarde este conselho, não misture DNA humano com nada, nunca.

O casal de cientistas, contrariando o meu sábio conselho, criou uma criatura Y, mais bizarra do que a X do começo do filme (que mais parecia um pedaço de intestino grosso com vida própria). E obviamente a nova criatura era mais desenvolvida, mais inteligente e com maior potencial de destruição em massa. O tempo passa e o ser estranho cresce e fica muito parecido com o Billy Corgan do Smashing Pumpkins um humano.

Billy Corgan e Dren
Há suspeitas que Billy Corgan do Smashing Pumpkins é o verdadeiro pai da criatura

Posso afirmar que Splice é uma mistura de “Para Com Isso Você Vai Morrer “com “Porque Eu Ainda Tô Vendo Isso?”. O filme chega ao ápice do bizarro quando a criatura feminina chega à adolescência e se apaixona pelo “pai” e eles fazem sexo. Sim leitor, você leu essa frase! O cara que criou aquele ser esquisitíssimo, além de não ter dado um fim enquanto era tempo, ainda tem coragem de ter relações sexuais com o bicho! Nem consegui classificar tal absurdo, já que poderia ser pedofilia, incesto, zoofilia… é tanta bizarrice que eu não consegui assimilar o que estava vendo.

E quando você pensa que já viu de tudo no filme, o óbvio acontece: o ser começa a matar o elenco, começando dos secundários até chegar aos principais. Mas não pense que isso é tudo! A criatura muda de sexo e estupra a cientista que fez o papel de mãe durante toda a trama. Pois é, quando você pensa que não pode piorar, acontece uma coisa dessas! Depois de matar o ser mutante e passar a moral da história de todos os filmes desse gênero “o cientista que tenta brincar de Deus, será morto por sua criação bizarra” o filme acaba. A última cena é da cientista grávida do Billy Corgan assinando um contrato cedendo o seu filho (ou seja lá o que esteja dentro de sua barriga) para o laboratório onde ela trabalha.

Sério, não perca uma hora e quarenta minutos da sua vida com este filme. É muita coisa estranha para uma história só. Se eu tivesse pagado para ver este filme, certamente pediria meu dinheiro de volta!

Ficha Técnica

Título original: (Splice)

Lançamento: 2010

Direção: Vincenzo Natali

Atores: Adrien Brody, Sarah Polley, Delphine Chanéac, Brandon McGibbon.

Duração: 104 min

Gênero: Ficção Científica

Créditos: Adorocinema e The Inept Owl

Juliana Baptista

Juliana Baptista

Confirmado Kill Bill 3

A parceria entre Tarantino e Uma Thurman continua

Sim! Pode abrir aquele sorriso porque Kill Bill ganhará mais um filme! A atriz Daryll Hannah (que fez o papel de Elle Driver) confirmou em entrevista na semana passada que Tarantino pensa em mais um filme da série, porém só em 2014.

Então você pensa: mas como terá mais um Kill Bill se o Bill já morreu? (Até o ator que interpretava o Bill morreu ano passado em circunstâncias estranhas na Tailândia) Tarantino disse que no novo filme quem fará o papel principal será a filha da Noiva. Ela e a filha de Vernita Green serão inimigas, então o diretor quer dar um tempo para que as duas garotas ficassem suficientemente velhas para se tornarem inimigas.

B.B. e a filha de Vernita Green

Daryll Hannah disse que não sabe de muitas informações sobre o roteiro, já que Tarantino ainda não se decidiu se vai utilizar recursos de animação ou outra tecnologia no filme. Como Daryll tem informações sobre o filme, certamente sua personagem irá retornar na continuação da saga. 2014 está longe, mas certamente a espera valerá a pena!

Juliana Baptista

Juliana Baptista

 

 


Bruna Surfistinha nas telonas

Ontem fui ao cinema com alguns amigos assistir Bruna Surfistinha. SIMM! BRUNA SURFISTINHA! Pessoas se perguntam: “porque raios fizeram um filme sobre a Bruna Surfistinha?” E claro, com certeza muita gente se nega a ver o filme por preconceito, hipocrisia ou por puro receio de se surpreender com a história de uma garota de classe média que decide virar prostituta “for fun” e por independência financeira.

O filme é baseado no livro “O doce veneno do escorpião”, escrito pela própria Raquel Pacheco (ops! Bruna Surfistinha!), no qual ela conta sobre o seu dia-a-dia como uma garota de programa da capital paulistana. Quem já leu o livro (não, eu não li, antes que alguém me pergunte) sabe que o conteúdo é realmente chocante, já que Surfistinha descreve cada detalhe de seus programas, sem pudor. Mas obviamente o filme teve que sofrer certas adaptações, já que, se fosse uma adaptação “ao pé da letra”, a classificação indicativa do filme seria 21 anos, e não 14. Além disse, seria classificado como filme pornô, e não drama. (¬¬’)

Deborah Secco foi a atriz cotada para encarnar a garota de programa mais famosa do Brasil. Eu particularmente achei que Deborah mandou muito bem no papel, dosando na medida certa as emoções e usou de “trejeitos” nos momentos adequados, sem parecer um personagem tipicamente estereotipado. A princípio confesso que fiquei com receio de ver um filme no qual a prostituição fosse vangloriada e colocada como a melhor das escolhas profissionais que alguém pode fazer. Mas aconteceu justamente o contrário. O filme não é nada moralista (os espectadores também não devem ser) e em nenhum momento a profissão é explicitamente taxada de incorreta, amoral ou vulgar. Só que, ao longo da trajetória da personagem, é possível perceber pelas entrelinhas da trama e das expressões da atriz, que Raquel Pacheco (Bruna Surfistinha é nome de guerra) não ficou nem um pouco arrependida da escolha que fez, mas que também não foi a melhor escolha que ela poderia ter feito.

De maneira geral achei o filme bem produzido, com um roteiro bem adaptado às telas de cinema e com atuações de bom tom e sem exageros. Gostei bastante também de um dos cartazes de propaganda do filme: “Vá com seu namorado, suas amigas ou sozinha. Só não vá com preconceitos”. E é isso. Se for assistir, vá com a mente aberta e esteja disposto a captar toda e qualquer mensagem que o filme se dispõe a transmitir. Provável que no mínimo, você saia da sala de cinema refletindo sobre sua vida, a vida de uma garota normal de classe média, e sobre as possibilidade de escolha que a vida nos oferece. Assista, não-moralista.

Helena Sylvestre

Helena Sylvestre

 


Tom Cruise em musical da Broadway?

Foto: Filmofilia

Pois é, Tom Cruise fará o papel principal em Rock Of Ages, o musical que conta a história de um roqueiro decadente que se apaixona por uma jornalista. Cruise interpretará Stancee Janxx, um cantor fracassado que tem sua vida vasculhada por uma jornalista, que provavelmente será interpretada por Anne Hathaway.

Rock Of Ages terá sua trilha sonora composta por hits dos anos 80 como Joan Jett, Journey e Bon Jovi (especulações dizem que Tom Cruise irá cantar Wanted Dead or Alive).  Quem irá dirigir o musical é Adam Shankman que dirigiu Hairspray – em busca da fama.

Russel Brand (o marido da Kate Perry) também estará no elenco e interpretará o gerente do clube noturno The Bourbon e Alec Baldwin será o dono do lugar. Será que Tom Cruise nos decepcionará com seu lado cantor? Vamos aguardar… as gravações começarão em maio deste ano!

Juliana Baptista

Juliana Baptista

 


Melhores filmes dos anos 90

Já faz algum tempo que eu estava querendo fazer uma lista de  filmes, então postarei aqui no blog os melhores filmes de cada década. Aqui estão os filmes que você não pode deixar de assistir:

Os Bons Companheiros – Martin Scorsese – 1990

O filme narra a toda a trajetória de Henry e de seus companheiros Jimmy e Tommy no mundo da Máfia, e a ascensão e a queda dos personagens na hierarquia da organização.

O Poderoso Chefão Parte III – Francis Ford Coppola – 1990

A tentativa de Michael Corleone, já mais velho, de fazer sua família entrar para a legalidade e abandonar o violento mundo do qual fazem parte é refreada pela ambição dos mais jovens. Por outro lado, há um mafioso inescrupuloso a fim de tomar seus negócios.

O Silêncio dos Inocentes – Jonathan Demme – 1991

Uma inteligente trainee do FBI é enviada a um hospital para criminosos insanos a fim de contatar o doutor Hannibal “Canibal” Lecter. Sua missão é convencer o louco médico a ajudá-la a resolver o caso de um psicótico assassino em série.

Cães de Aluguel – Quentin Tarantino – 1992

Num assalto a uma joalheria, uma gangue com seis homens é surpreendida pela chegada da polícia, levantando a suspeita de que há um traidor entre eles.

A Lista de Schindler – Steven Spielberg – 1993

Ao comprar em 1939 uma fábrica na Polônia dominada pela Alemanha, Oskar Schindler usa da suas boas relações com altos funcionários nazistas, para recrutar trabalhadores judeus do gueto da Cracóvia e, subornando alguns oficiais, salvando-os dos campos de extermínio. Baseado no livro de Thomas Keneally.

Forrest Gump, o Contador de Histórias – Robert Zemeckis – 1994

Um rapaz com QI abaixo da média conta quarenta anos da história dos Estados Unidos, eventualmente participando ativamente de alguns destes momentos importantes, como da Guerra do Vietnã e do Watergate.

Pulp Ficton, Tempos de Violência – Quentin Tarantino – 1994

Três histórias interligadas que seguem as desventuras de dois assassinos baratos, da insinuante mulher do seu patrão e de um desesperado boxeador em fuga.

Seven – David Fincher – 1995

Dois detetives do departamento de homicídios perseguem assassinos em série que relaciona seus crimes aos sete pecados capitais. Mas o envolvimento desse caso em suas próprias vidas pode ser surpreendente.

Trainspotting, Sem Limites – Danny Boyle – 1996

Para escaparem da moderna vida tediosa e do dia-a-dia frustrante de sua cidade, um grupo de jovens resolve se entregar à heroína. As consequências chegam em pouco tempo, e a ruína para eles não será pequena.

A Vida É Bela – Roberto Benigni – 1997

A saga do livreiro italiano Guido Orefice e de como ele conseguiu, por meio da fantasia, transformar os horrores da rotina de um campo de concentração nazista em regras de uma gincana, pelo menos aos olhos do filho de seis anos, estão nesta comédia que fala do que foi o maior drama do século 20: o Holocausto.

A Outra História Americana – Tony Kaye – 1998

Ao sair da prisão, Derek encontra o irmão mais novo envolvido na mesma teia de racismo e intolerância que o levou para lá. A vida na prisão ajudou-o a enxergar além do rancor que guardava da morte de seu pai. Seu desafio será mostrar a mesma nova visão para seu irmão.

Tudo Sobre Minha Mãe – Pedro Almodóvar – 1999

No dia de seu aniversário, Esteban vai com sua mãe ao teatro. Após a peça, Esteban é atropelado e termina por falecer. Sua mãe resolve então ir de encontro ao pai, que vive em Barcelona, para dar-lhe a notícia, quando encontra no caminho o travesti Agrado, a freira Rosa e Huma Rojo

Clube da Luta – David Fincher – 1999

Jack é o modelo do homem bem-sucedido profissionalmente e com uma boa condição financeira, mas sua vida é vazia e sem sentido. Ele conhece Tyler e juntos criam uma espécie de terapia, o Clube da Luta, passatempo clandestino onde homens brigam violentamente e a auto-destruição é o meio utilizado para descontar todas as frustrações e atingir a liberdade.

Beleza Americana – Sam Mendes – 1999

Em meio à traição de sua esposa e os conflitos com sua filha adolescente, o frustrado chefe de família Lester Burman inicia uma mudança radical em sua vida.

Matrix – Andy Wachowski – 1999

Nesta ficção científica, homens ficariam sob o domínio das máquinas, a não ser que “o escolhido” liberte a raça humana, conforme a profecia.

Magnólia – Paul Thomas Anderson – 1999

O filme cruza o destino de nove pessoas diferentes, que vivem num mesmo vale da Califórnia, mas que não se conhecem.

O Sexto Sentido – M. Night Shyamalan – 1999

Psicólogo infantil recebe um prêmio e na mesma noite a visita inesperada de um paciente insatisfeito. Após o incidente, ele toma a tarefa de ajudar um menino com o mesmo problema do ex-paciente, que diz enxergar pessoas mortas.


E se os cartazes de filmes dissessem a verdade?

Todo mundo, alguma vez na vida já foi enganado pela capa de um filme. Se os cartazes de filmes já dissessem o que nos aguarda, poderíamos economizar muito tempo de nossas vidas! Alguns cartazes que eu achei engraçados ou interessantes:

A Origem
A Rede Social
Cisne Negro
O Discurso do Rei

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Juliana Baptista

Juliana Baptista

 


O Turista

Capa do filme O Turista

Antes de assistir o Turista eu havia criado algumas expectativas sobre o filme já que era estrelado por Johnny Depp e Angelina Jolie. Porém com este filme dá pra perceber que você pode ter grandes atores, um cenário lindo e verba, mas se você não tiver uma boa história nada disso valerá.

Até que rola uma química entre os atores, mas Jolie inicialmente pareceu bem fria e sem sal e Depp, um tonto. A trama se apresenta inicialmente com Angelina sendo perseguida por vários engravatados e (obviamente) consegue despistá-los, já que eles a perseguem porque ela pode levá-los a Alexander Pearce (o fodão da história procurado pela Interpol e por um gângster).

Jolie envolve Deep na trama para despistar a polícia. Fica aquela lenga-lenga, o filme não flui muito bem, depois acontece mais perseguição (só que agora com tiros!) e eles se apaixonam! Que novidade! Muita coisa é mal explicada, acontecem vários buracos no enredo, mas mesmo assim o barco segue…

Fiquei decepcionada porque descobri o final do filme antes dele acontecer. E eu penso “Não sou expert  em cinema, não sei nada de nada, então se descubro o fim do filme antes da hora é porque TODO MUNDO VAI DESCOBRIR TAMBÉM. Pronto, acabou a graça”. Gosto de filmes surpreendentes, que me deixem intrigada e não de baboseiras previsíveis.

Lição do dia: não adianta pegar duas estrelas do cinema e jogá-las numa cidade maravilhosa, tem que ter história!

Ficha Técnica

Título Original: The Tourist

Lançamento: 2010 (França, EUA)

Direção: Florian Henckel Von Donnersmarck

Atores: Johnny Depp, Angelina Jolie, Paul Bettany, Timothy Dalton

Duração: 102 minutos

Gênero: Suspense (?)

 

Fonte: Adorocinema

Juliana Baptista

 


Midnight in Paris abrirá o Festival de Cannes

 

Filme dirigido por Woody Allen abrirá o Festival

O mais novo filme de Woody Allen, filmado em terras francesas abrirá o tradicional Festival de Cannes dia 11 de maio. O Festival acontecerá entre os dias 11 e 22 em sua 64ª edição, desta vez o presidente do júri será Robert De Niro.

A trama de Midnight in Paris é basicamente a história de uma família que viaja para a capital francesa para tratar de negócios. O elenco está meio capenga: temos Carla Bruni, a primeira-dama da França mil e uma utilidades (que teve seu saco mais do que puxado por Woody Allen durante as filmagens), Owen Wilson (é! Aquele mesmo das comédias românticas babacas e coadjuvante de filmes do Jackie Chan), Rachel McAdams (outra atriz com um histórico ma-ra-vi-lho-so de filmes Sessão da Tarde) e Kathy Bates (sério, nem sei quem ela é). Mas não fique desesperado, o elenco tem também a participação de Adrien Brody e Marion Cotillard (finalmente atores que participaram de filmes dignos!).

Thierry Fremaux, diretor do festival ganhou o prêmio puxa-saco do ano afirmou que o filme é “uma maravilhosa carta de amor a Paris. É um filme em que Woody Allen observa mais profundamente as questões levantadas em seu último filme: nossa relação com a história, arte, prazer e vida. Sua 41ª produção revela, mais uma vez, sua inspiração”. Meu deus, quase chorei agora.

Fontes: Adorocinema

Juliana Baptista

 


Julia Roberts em Branca de Neve dos Irmãos Grimm

 

Julia Roberts interpretará a Rainha má

Julia Roberts pode ter cara de boazinha e tudo mais, porém está em negociação para o papel da rainha malvada da Branca de Neve. Brothers Grimm: Snow White, adaptação em 3D do clássico conto Branca de Neve e os Sete Anões que está sendo produzida pela Relativity Media. Quem vai dirigir a adaptação será Tarsem Singh (o mesmo que dirigiu A Cela e Constantine) o que nos dá confiança de que o filme poderá ser bem fiel a versão dos Grimm (uma versão mais dark e macabra).

Lembrando que este filme não é o mesmo em que a Kristen Stewart será a Branca de Neve e sim uma concorrência a esta versão mais infantil. Nesta outra adaptação quem está escalada para ser a rainha é Charlize Theron e o caçador será (o maravilhoso) Viggo Mortensen.

Fonte: Rolling Stone Brasil

 

Juliana Baptista

 


14ª Mostra de Cinema de Tiradentes

Aconteceu entre os dias 21 a 29 de janeiro a décima quarta edição da Mostra de Cinema de Tiradentes. A pequena cidade de apenas 5 mil habitantes se preparou para receber 30 mil adoradores de cinema. O evento contou com uma programação com mais de 120 filmes em pre-estreias nacionais e mundiais, seminários, debates, oficinas e atrações artísticas, tudo oferecido gratuitamente.

Mais de 600 convidados entre cineastas, atores e produtores estiveram no evento. Ainda de acordo com a coordenação, mais de 38 mil pessoas foram à mostra. Hoje foi divulgada os ganhadores dos prêmios da Mostra:

Cena do filme “Residentes”

“Os residentes” (2011), de Tiago Mata Machado ganhou o prêmio de “Melhor longa da Mostra Aurora eleito pelo Júri Jovem” e “Melhor longa da Mostra eleito pelo Júri da Crítica”.

O longa não tem uma história bem definida, nem quer ter. Arauto do cinema anti-hollywoodiano, é composto por cenas sem uma sequência natural, apresentadas por um letreiro e uma peça de roupa colorida, pendurada numa parede branca. Aos poucos se percebe a existência de uma comunidade alternativa numa casa caindo aos pedaços, com seis adultos, uma criança e uma artista sequestrada. Os protagonistas, talvez involuntariamente, são um casal ansioso por uma vida anormal e prolixo na discussão da vida conjugal.

“Vó Maria” (2010), de Tomás von der Osten com “Melhor curta da Mostra Foco eleito pelo Júri da Crítica”.

Cena do filme “Traz seu outro amigo também”

“Traz outro amigo também” (2010), de Frederico Cabral com “Melhor curta eleito pelo Júri Popular”.

O curta de 14 minutos conta com a trama envolvendo um detetive que é contratado por um homem para encontrar seu amigo imaginário de infância, desaparecido há mais de cinqüenta anos. Como encontrar alguém que só existe na imaginação de um homem?

Capa do longa “Solidão e Fé”

“Solidão e fé” (2010), de Tatiana Lohmann – “Melhor longa eleito pelo Júri Popular”

Viajando com sua câmera pelo universo masculino do rodeio, uma mulher se depara com cavaleiros andantes, heróis, gladiadores, sertanejos, boiadeiros… o homem comum. Tentando decifrar o masculino, encontra doçura e violência. Tem aspectos num homem que uma mulher não entende, só contempla.

Fontes: Mostra de Cinema de Tiradentes e Último Segundo

 

Juliana Baptista

 


O Hobbit está amarrado três vezes!

 

Foto: theonering.net

Nunca vi um filme tão amaldiçoado quanto O Hobbit! A adaptação do livro de J.R.R. Tolkien está amarrada três vezes na encruzilhada. Inicialmente ocorreu a batalha dos herdeiros do Tolkien, depois a falência da MGM e por fim a troca de diretores (Guillermo Del Toro iria dirigir o longa, porém acabou desistindo antes mesmo de começar! Acho que ele não adaptaria esta obra para o cinema do mesmo jeito que a trilogia do anel foi adaptada, ele talvez deixasse o Hobbit meio macabro – igual todos os seus filmes – fiquei com medo disso).

Agora que Peter Jackson (que dirigiu maravilhosamente a trilogia do Senhor dos Anéis) iria iniciar as filmagens, acabou sendo internado ontem com uma úlcera estomacal perfurada! E mais uma vez as filmagens foram adiadas. Esperamos que a data de lançamento do filme não seja alterada, dezembro de 2012 já está longe o suficiente. Peter vai se benzer!

O filme contará com a presença de Elijah Wood, Ian McKellen, Cate Blanchett, Orlando Bloom, Chrotopher Lee e Martin Freeman. Vamos aguardar e torcer para que nada mais aconteça. Sai Zica!

Fonte: Adorocinema e G1

 

Juliana Baptista



Cisne Negro

Foto: Capa do filme Cisne Negro

Eu tinha visto algumas críticas sobre o Cisne Negro e resolvi assisti-lo. Confesso que sempre achei a Natalie Portman bonitinha, porém sem sal! Este filme me fez engolir os meus preconceitos com a atriz e filmes de balé.

No começo você pensa “Bla bla bla mais um filminho que a principal parece ser uma coitada, mas por ser esforçada vai se dar bem e tudo vai ser feliz no final”, porém antes do filme chegar na metade dá pra perceber que tem um “algo mais”.

A Natalie Portman conseguiu me surpreender com sua atuação e a trama me prendeu até o último minuto do filme. Desde a seleção dos atores, roteiro, fotografia até a trilha sonora, tudo consegue ser impecável, não tem como dispersar a atenção em nenhum momento do filme!

Não é à toa que concorre a 5 indicações ao Oscar 2011 (melhor filme, melhor diretor – Darren Aronofsky – , melhor atriz – Natalie Portman – , fotografia e edição). Vale muito a pena assistir!

Ficha Técnica
Título original: (Black Swan)
Lançamento: 2010 (EUA)
Direção: Darren Aronofsky
Atores: Natalie Portman, Mila Kunis, Winona Ryder, Vincent Cassel.
Duração: 103 min
Gênero: Suspense

Fonte: Adorocinema

 

Juliana Baptista